Inseminação intrauterina

Um caminho simples, rápido e acolhedor para começar. Na inseminação intrauterina, o sêmen é preparado no laboratório e colocado dentro do útero no momento próximo à ovulação — para que a fecundação aconteça naturalmente, no seu corpo.

Como funciona a inseminação

Na inseminação intrauterina (IIU), o sêmen passa por um preparo no laboratório — a chamada capacitação — que concentra os espermatozoides com melhor movimentação. Em seguida, esse material é colocado diretamente dentro do útero por meio de um cateter fino, no período próximo à ovulação. A partir daí, a fecundação acontece dentro do corpo da mulher (in vivo), de forma natural — uma diferença importante em relação à FIV, em que esse encontro ocorre no laboratório.

O procedimento pode ser feito em ciclo natural, acompanhando a sua própria ovulação, ou com uma estimulação ovariana leve, sempre com monitorização por ultrassom para definir o melhor momento. É simples, ambulatorial e, na maioria das vezes, indolor.

O procedimento: rápido, ambulatorial, sem sedação
Conforto: indolor na maioria dos casos
Ciclo: natural ou com estimulação leve
Fecundação: no corpo da mulher (in vivo)
Teste de gravidez: beta-hCG cerca de 14 dias depois

Quando a inseminação é indicada

Infertilidade sem causa aparente
Fator masculino leve
Alterações do muco cervical
Dificuldade na relação sexual
Produção independente (mulher sem parceiro) com sêmen de doador
Casais homoafetivos femininos com sêmen de doador

As etapas do tratamento

  1. 1

    Avaliação e indicação

    Analisamos seu histórico e exames para confirmar se a inseminação é o caminho mais adequado para o seu caso.

  2. 2

    Acompanhamento do ciclo

    Em ciclo natural ou com estimulação leve, a monitorização por ultrassom identifica o melhor momento.

  3. 3

    Preparo do sêmen

    No dia, o sêmen passa pela capacitação no laboratório para concentrar os espermatozoides mais móveis.

  4. 4

    Inseminação

    O material é colocado dentro do útero por um cateter fino, em poucos minutos e sem sedação.

  5. 5

    Teste de gravidez

    Cerca de 14 dias depois, o exame de sangue (beta-hCG) confirma o resultado do ciclo.

Quando a inseminação faz sentido

A inseminação é um excelente primeiro passo em situações selecionadas. Para que ela seja indicada, alguns requisitos precisam estar presentes — e é isso que avaliamos antes de recomendar o caminho.

Os requisitos para indicar

Pelo menos uma trompa saudável e pérvia, boa reserva ovariana e sêmen com parâmetros mínimos adequados. Quando esses critérios não se aplicam, a FIV costuma ser mais indicada.

Se o caminho evoluir para FIV

As chances por ciclo da inseminação são menores que as da FIV, e às vezes a melhor decisão é migrar. Nesse cenário, a Avenues oferece toda a tecnologia da fertilização in vitro, incluindo IA aplicada ao laboratório.

Perguntas frequentes

Tudo sobre inseminação intrauterina

Qual a diferença entre inseminação e FIV?

Na inseminação intrauterina, o sêmen preparado é colocado dentro do útero e a fecundação acontece naturalmente no corpo da mulher (in vivo), próximo à ovulação. Na FIV, os óvulos são coletados e fecundados no laboratório, e depois o embrião é transferido. A inseminação é mais simples e menos invasiva; a FIV oferece maior controle sobre cada etapa e chances maiores por tentativa. A escolha depende do seu diagnóstico.

A inseminação dói?

Na maioria das vezes, não. A colocação do sêmen é feita com um cateter fino, por via vaginal, em poucos minutos e sem necessidade de sedação. A sensação costuma ser parecida com a de um exame ginecológico de rotina. Algumas mulheres relatam um leve desconforto ou cólica passageira, e você volta às suas atividades no mesmo dia.

Quantas tentativas faço antes de partir para a FIV?

Não existe um número fixo para todas as pessoas. Como as chances por ciclo de inseminação são menores que as da FIV, costuma-se realizar alguns ciclos e reavaliar. Se a gravidez não acontece após essas tentativas, ou se surgem fatores que tornam a inseminação menos indicada, conversamos sobre migrar para a FIV. A decisão é individual e sempre compartilhada com você.

Posso fazer inseminação com sêmen de doador, sozinha ou em um casal homoafetivo?

Sim. A inseminação com sêmen de doador é uma opção para mulheres sem parceiro (produção independente) e para casais homoafetivos femininos, além de casais com fator masculino importante. No Brasil, a doação de sêmen segue a Resolução CFM 2.320/2022: é anônima e altruísta. Orientamos cada etapa do processo com acolhimento e clareza.

Preciso de estímulo hormonal para fazer inseminação?

Nem sempre. A inseminação pode ser feita em ciclo natural, acompanhando a sua própria ovulação, ou com uma estimulação ovariana leve por medicação, sempre com monitorização por ultrassom. A escolha depende do seu caso e é definida na avaliação inicial.

Quais as chances da inseminação comparadas à FIV?

De forma geral, as chances de gravidez por ciclo de inseminação são menores do que as da FIV. Por outro lado, é um procedimento mais simples, menos invasivo e de menor custo, o que faz dele um bom primeiro passo em situações selecionadas. Avaliamos o seu cenário e explicamos, com transparência, o que esperar de cada caminho.

Pronta para dar o primeiro passo?

Agende uma consulta e descubra se a inseminação é o melhor caminho para você — com transparência sobre o que esperar em cada etapa.

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