PGT-A (por embrião)
- Biópsia, tubbing e análise genética incluídas, com laudo do laboratório de genética parceiro
- Opcional em qualquer FIV
O PGT-A analisa o número de cromossomos dos embriões antes da transferência, ajudando a escolher qual deles tem maior chance de implantar. Na Avenues, essa decisão se apoia na avaliação com IA e, quando os embriões são cultivados em time-lapse, no registro contínuo do seu desenvolvimento — com informação honesta sobre o que o teste pode, e o que não pode, dizer.

O PGT-A (teste genético pré-implantacional para aneuploidias) avalia se cada embrião tem o número esperado de cromossomos. Embriões com a contagem correta — chamados de euploides — têm maior chance de implantar e menor risco de aborto. Já os aneuploides, com cromossomos a mais ou a menos, costumam não implantar ou levar a perda gestacional.
O teste é uma etapa dentro da FIV. Quando o embrião chega ao estágio de blastocisto, retiram-se algumas células da camada que dará origem à placenta — a biópsia embrionária. Esse material vai para o laboratório de genética, e os embriões ficam vitrificados aguardando o resultado. A transferência acontece depois, com o embrião escolhido.
É importante ser claro: o PGT-A ajuda a priorizar qual embrião transferir e pode encurtar o caminho até a gravidez, mas não garante gravidez nem um bebê saudável, e não substitui o pré-natal.
A indicação é sempre individual e discutida com você na consulta — em alguns casos, o teste pode não trazer benefício, e dizemos isso com transparência.
Os pacotes cobrem a parte laboratorial do tratamento. Valores sob consulta.
Não estão incluídos: honorários do médico assistente e da equipe clínica (consultas, acompanhamento do estímulo, preparo endometrial), medicação, anestesia (cobrada pela equipe anestésica credenciada), exames laboratoriais e de imagem, amostras de bancos de sêmen ou de óvulos parceiros e transporte de material biológico.
Formas de pagamento: à vista ou no cartão de crédito em até 12 vezes.
O ciclo de FIV segue até os embriões atingirem o estágio de blastocisto, no dia 5 ou 6 de cultivo.
Retiram-se algumas células da camada que dará origem à placenta — não ao bebê — para análise genética.
Os embriões são congelados com segurança e aguardam, preservados, o resultado do teste.
O laboratório de genética avalia o número de cromossomos de cada embrião biopsiado.
Com o resultado, priorizamos um embrião euploide para a transferência — sempre conversando com você.
O embrião escolhido é transferido em um ciclo preparado para recebê-lo, com o endométrio pronto.
No estágio de blastocisto, retiramos com o laser algumas poucas células do trofectoderma — a camada que dará origem à placenta —, preservando a massa celular interna, de onde vem o bebê. Veja o procedimento, registrado em casos reais realizados aqui.
No 5º ou 6º dia, o embrião chega a blastocisto: já se distinguem a massa celular interna (futuro bebê) e o trofectoderma (futura placenta).
O blastocisto é estabilizado por uma micropipeta e o laser mira apenas o trofectoderma — o ponto vermelho —, longe da massa celular interna.
Poucas células do trofectoderma são delicadamente separadas com pulsos de laser — sem tocar a parte que formará o bebê.
As células retiradas seguem para o laboratório de genética. O embrião é vitrificado e aguarda, preservado, o resultado do PGT-A.
Imagens de microscopia de casos reais realizados pela nossa equipe de embriologia.
O PGT-A responde uma pergunta importante, mas não a única. Antes da biópsia, é preciso decidir quais embriões acompanhar e priorizar. Na Avenues, a avaliação por inteligência artificial (CHLOE nos embriões cultivados em time-lapse, ERICA nos demais) apoia essa leitura e se soma à informação do teste genético.
Podemos cultivar todos os embriões em incubadora com câmera, que os observa 24h por dia, sem interrupção, para ajudar a escolher quais biopsiar.
O CHLOE avalia os embriões cultivados em time-lapse a partir dos vídeos de cada embrião; o ERICA classifica os demais por potencial de ser euploide e de implantar, a partir de uma única imagem, de forma não invasiva, e se soma ao resultado genético do PGT-A.
PGT-A, PGT-M e PGT-SR: o PGT-A olha o número de cromossomos; o PGT-M investiga uma doença monogênica hereditária; o PGT-SR avalia alterações estruturais, como translocações. A escolha depende do seu histórico.
O PGT-M e o PGT-SR são feitos sob consulta, com o laboratório de genética parceiro.

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Não. O PGT-A avalia o número de cromossomos do embrião e ajuda a priorizar a transferência de embriões euploides — aqueles com a contagem cromossômica esperada. Isso pode aumentar a chance de implantação e reduzir o risco de aborto, mas não garante gravidez nem substitui o acompanhamento pré-natal. O teste também não avalia todas as condições genéticas possíveis.
A indicação é individual e conversada com o casal. Costuma ser considerada em idade materna avançada, abortos de repetição, falhas repetidas de implantação, fator masculino grave ou histórico de alterações cromossômicas. Em outras situações, pode não trazer benefício. Avaliamos o seu cenário e explicamos quando o teste faz sentido para você.
A biópsia é feita no estágio de blastocisto (dia 5 ou 6), quando o embrião já tem muitas células. Retiram-se algumas células do trofectoderma — a camada que dará origem à placenta, e não ao bebê. É um procedimento delicado, realizado por embriologistas experientes, e os embriões seguem vitrificados aguardando o resultado.
São testes diferentes para perguntas diferentes. O PGT-A analisa o número de cromossomos (aneuploidias). O PGT-M investiga uma doença monogênica hereditária específica, quando há esse risco na família. O PGT-SR avalia alterações estruturais dos cromossomos, como translocações. A escolha depende do seu histórico e é definida na consulta. O PGT-M e o PGT-SR são feitos sob consulta, com o laboratório de genética parceiro.
É um resultado intermediário, em que o embrião apresenta uma mistura de células com contagem cromossômica normal e células alteradas. Não é um simples sim ou não, e por isso exige aconselhamento cuidadoso: em alguns casos, embriões mosaico podem ser considerados para transferência, sempre com informação clara sobre o que se sabe e o que ainda é incerto.
Sim. Como o material da biópsia leva alguns dias para ser analisado no laboratório de genética, os embriões são vitrificados (congelados) enquanto se aguarda o resultado. A transferência acontece depois, em um ciclo preparado para receber o embrião escolhido — a chamada transferência de embrião congelado (FET).
Agende uma consulta para avaliar seu caso com calma e entender, com transparência, se o teste genético faz sentido no seu tratamento.